É preciso sempre quando caímos... Recomeçar... A cada dia... Recomeçar... A cada manhã... Recomeçar...
terça-feira, 30 de agosto de 2011
sábado, 27 de agosto de 2011
Do outro lado da rua
cruas e duras da vida.
Alvaro Campos Lisbon Revisited (1923) NÃO: Não quero nada. Não me venham com conclusões! Já disse que não quero nada. A única conclusão é morrer. Não me tragam estéticas! Não me falem em moral! Tirem-me daqui a metafísica! Não me apregoem sistemas completos, não me enfileirem conquistas Das ciências (das ciências, Deus meu, das ciências!) — Das ciências, das artes, da civilização moderna! Que mal fiz eu aos deuses todos? Se têm a verdade, guardem-na! Sou um técnico, mas tenho técnica só dentro da técnica. Fora disso sou doido, com todo o direito a sê-lo. Com todo o direito a sê-lo, ouviram? Não me macem, por amor de Deus! Queriam-me casado, fútil, quotidiano e tributável? Queriam-me o contrário disto, o contrário de qualquer coisa? Se eu fosse outra pessoa, fazia-lhes, a todos, a vontade. Assim, como sou, tenham paciência! Vão para o diabo sem mim, Ou deixem-me ir sozinho para o diabo! Para que havemos de ir juntos? Não me peguem no braço! Não gosto que me peguem no braço. Quero ser sozinho. Já disse que sou sozinho! Ah, que maçada quererem que eu seja da companhia! Ó céu azul — o mesmo da minha infância — Eterna verdade vazia e perfeita! Ó macio Tejo ancestral e mudo, Pequena verdade onde o céu se reflete! Ó mágoa revisitada, Lisboa de outrora de hoje! Nada me dais, nada me tirais, nada sois que eu me sinta. Deixem-me em paz! Não tardo, que eu nunca tardo... E enquanto tarda o Abismo e o Silêncio quero estar sozinho! |
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Essências de mim
meus corpos pelo caminho."
Clarice Lispector.
dizem que é perda de tempo.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Das palavras e do tempo
19 de Agosto de 2010 por José Lino
Texto de abertura do programa "Rádio Vivo" da Rádio Itatiaia.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Das reflexões da amizade
Na verdade o que deve e acontecer é ao contrario.
Penso que é nos amigos que estão toda a força para a superação de nossas problemas, através de laços verdadeiros que nem o tempo pode acabar.
"A amizade é tudo mesmo".
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Dos caminhos da vida
Jogo de Cintura
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Apesar
Tempo de recomeçar, sempre recomeçar...
Tempo de lembrar, que a muito tempo você não esta mais aqui
Estes tempos me causam medo...
Medo de perder de novo...
Não a perda material, mas perda emocional, paternal, existencial.
Dói olhar a distância, passar por aqueles lugares, nossos lugares...
E saber que você não estará mais lá...
Apesar de todas as dores que carrego comigo nestes últimos tempos...
Lembro de uma frase sua, frase que recordo nesta canção “Fé em Deus”,
Esta frase abre a canção e com ela me apego como último recurso
e ela me faz ter a certeza a cada dia que, mesmo não estando aqui, eu ainda sinto
a sua presença, e como você me diria:
“A luta esta difícil meu filho, mas você não pode desistir”.
Saudades Eternas...
Fé em Deus
(Já foi interpretada por: Grupo 100%, Fundo de Quintal, Reinaldo e Diogo Nogueira)
A luta esta difícil mas não posso desistir
Depois da tempestade flores voltam a surgir
Mas quando a tempestade demora a passar
E a vida até parece fora do lugar
Não perca a fé em Deus
Fé em Deus, que tudo irá se acertar.
Aquilo que não mata só nos faz fortalecer
Vivendo aprendi que é só fazer por merecer
Que passo a passo um dia a gente chega lá
Pois não existe mal que não possa acabar
Não perca a fé em Deus
Fé em Deus, que tudo irá se acertar.
Pois o sol de um novo dia vai brilhar
E essa luz vai refletir na nossa estrada
Clareando de uma vez a caminhada
Que nos levará direto ao apogeu
Tenha fé, nunca perca a fé em Deus.
Pra quem acha que a vida não tem esperança, fé em Deus.
Pra quem estende a mão e ajuda criança, fé em Deus.
Pra quem acha que o mundo acabou,
Pra quem não encontrou o amor
Tenha fé, vai na fé
Nunca perca a fé em Deus...
Pra quem sempre sofreu e hoje em dia é feliz, fé em Deus.
Pra quem não alcançou tudo que sempre quis, fé em Deus.
Pra quem ama, respeita e crê,
E para aquele paga pra ver
Tenha fé, vai na fé
Nunca perca a fé em Deus...
Composição: Flavinho Silva
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Nosso Olhar
Conta-se que um professor preparou sua aula estendendo um grande lençol branco numa das paredes da sala. Na medida em que os alunos iam entrando, tinham sua curiosidade despertada por aquele objeto estranho estendido bem à sua frente.
Depois de perguntar a todos se o ponto negro era a única coisa que viam, e ouvir a resposta afirmativa, o professor lançou outra questão: – Vocês não estão vendo o lençol? Vocês conseguem somente ver o pequeno ponto preto, e não percebem a parte branca, que é muito mais extensa?
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Acredite
Por isso choro palavras:
Desconexas, "erradas", loucas, solitárias, complexas...
Mas que no fim dizem muito de mim.
Eu...
Sou aquilo que sinto, isto me resume e me torna quem eu sou, que queria ser...
Um projeto de Mim...
Reinaldo S.S.
A partir do momento que olharmos o bem como uma partícula de areia no deserto, que somada a outras partículas, formam grãos e ao fim formam-se dunas e dunas.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Das lagrimas
Reinaldo S.S.
O que mais se preocupava
quinta-feira, 23 de junho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Saudade
Com a morte,
Com a distância...
Todas são saudades muito doidas.
Quando a saudade bater em nossos corações,
Lembre-se que é um bom sinal de amor.
Mas quando esse amor acabar,
Por aqueles que já viveram uma grande saudade,
segunda-feira, 6 de junho de 2011
"Aceitam tudo"
Mas a razão para tentar ser claro não tem mais a ver apenas com aquele comentário. Surgiu uma celeuma causada por notas, comentários, entrevistas etc. a propósito de um livro de português que o MEC aprovou e que ensinaria que é certo dizer Os livro. Perguntado no espaço dos comentários, quando fiquei sabendo da questão, disse que não acreditava na matéria do IG, primeira fonte do debate. Depois tive acesso à indigitada página, no mesmo IG, e constatei que todos os que a leram a leram errado. Mas aposto que muitos a comentaram sem ler.
Vou tratar do tal "aceitam tudo", que vale também para o caso do livro.
Primeiro: duvido que alguém encontre esta afirmação em qualquer texto de linguística. É uma avaliação simplificada, na verdade, um simulacro, da posição dos linguistas em relação a um dos tópicos de seus estudos - a questão da variação ou da diversidade interna de qualquer língua. Vale a pena insistir: de qualquer língua.
Segundo: "aceitar" é um termo completamente sem sentido quando se trata de pesquisa. Imaginem o ridículo que seria perguntar a um químico se ele aceita que o oxigênio queime, a um físico se aceita a gravitação ou a fissão, a um ornitólogo se ele aceita que um tucano tenha bico tão desproporcional, a um botânico se ele aceita o cheiro da jaca, ou mesmo a um linguista se ele aceita que o inglês não tenha gênero nem subjuntivo e que o latim não tivesse artigo definido.
Não só não se pergunta se eles "aceitam", como também não se pergunta se isso tudo está certo. Como se sabe, houve época em que dizer que a Terra gira ao redor do sol dava fogueira. Semmelveis foi escorraçado pelos médicos que mandavam em Viena porque disse que todos deveriam lavar as mãos antes de certos procedimentos (por exemplo, quem viesse de uma autópsia e fosse verificar o grau de dilatação de uma parturiente). Não faltou quem dissesse "quem é ele para mandar a gente lavar as mãos?"
Ou seja: não se trata de aceitar ou de não aceitar nem de achar ou de não achar correto que as pessoas digam os livro. Acabo de sair de uma fila de supermercado e ouvi duas lata, dez real, três quilo a dar com pau. Eu deveria mandar esses consumidores calar a boca? Ora! Estávamos num caixa de supermercado, todos de bermuda e chinelo! Não era um congresso científico, nem um julgamento do Supremo!
Um linguista simplesmente "anota" os dados e tenta encontrar uma regra, isto é, uma regularidade, uma lei (não uma ordem, um mandato).
O caso é manjado: nesta variedade do português, só há marca de plural no elemento que precede o nome - artigo ou numeral (os livro, duas lata, dez real, três quilo). Se houver mais de dois elementos, a complexidade pode ser maior (meus dez livro, os meus livro verde etc.). O nome permanece invariável. O linguista vê isso, constata isso. Não só na fila do supermercado, mas também em documentos da Torre do Tombo anteriores a Camões. Portanto, mesmo na língua escrita dos sábios de antanho.
O linguista também constata the books no inglês, isto é, que não há marca de plural no artigo, só no nome, como se o inglês fosse uma espécie de avesso do português informal ou popular. O linguista aceita isso? Ora, ele não tem alternativa! É um dado, é um fato, como a combustão, a gravitação, o bico do tucano ou as marés. O linguista diz que a escola deve ensinar formas como os livro? Esse é outro departamento, ao qual volto logo.
Faço uma digressão para dar um exemplo de regra, porque sei que é um conceito problemático. Se dizemos "as cargas", a primeira sílaba desta sequência é "as". O "s" final é surdo (as cordas vocais não vibram para produzir o "s"). Se dizemos "as gatas", a primeira sílaba é a "mesma", mas nós pronunciamos "az" - com as cordas vocais vibrando para produzir o "z". Por que dizemos um "z" neste caso? Porque a primeira consoante de "gatas" é sonora, e, por isso, a consoante que a antecede também se sonoriza. Não acredita? Vá a um laboratório e faça um teste. Ou, o que é mais barato, ponha os dedos na sua garganta, diga "as gatas" e perceberá a vibração. Tem mais: se dizemos "as asas", não só dizemos um "z" no final de "as", como também reordenamos as sílabas: dizemos as.ga.tas e as.ca.sas, mas dizemos a.sa.sas ("as" se dividiu, porque o "a" da palavra seguinte puxou o "s/z" para si). Dividimos "asas" em "a.sas", mas dividimos "as asas" em a.sa.sas.
Volto ao tema do linguista que aceitaria tudo! Para quem só teve aula de certo / errado e acha que isso é tudo, especialmente se não tiver nenhuma formação histórica que lhe permitiria saber que o certo de agora pode ter sido o errado de antes, pode ser difícil entender que o trabalho do linguista é completamente diferente do trabalho do professor de português.
Não "aceitar" construções como as acima mencionadas ou mesmo algumas mais "chocantes" é, para um linguista, o que seria para um botânico não "aceitar" uma gramínea. O que não significa que o botânico paste.
Proponho o seguinte experimento mental: suponha que um descendente seu nasça no ano 2500. Suponha que o português culto de então inclua formas como "A casa que eu moro nela mais os dois armário vale 300 cabral" (acho que não será o caso, mas é só um experimento). Seu descendente nunca saberá que fala uma língua errada. Saberá, talvez (se estudar mais do que você), que um ancestral dele falava formas arcaicas do português, como 300 cabrais.
Outro tema: o linguista diz que a escola deve ensinar a dizer Os livro? Não. Nenhum linguista propõe isso em lugar nenhum (desafio os que têm opinião contrária a fornecer uma referência). Aliás, isso não foi dito no tal livro, embora todos os comentaristas digam que leram isso.
O linguista não propõe isso por duas razões: a) as pessoas já sabem falar os livro, não precisam ser ensinadas (observe-se que ninguém falao livros, o que não é banal); b) ele acha - e nisso tem razão - que é mais fácil que alguém aprenda os livros se lhe dizem que há duas formas de falar do que se lhe dizem que ele é burro e não sabe nem falar, que fala tudo errado. Há muitos relatos de experiências bem sucedidas porque adotaram uma postura diferente em relação à fala dos alunos.
Enfim, cada campo tem seus Bolsonaros. Merecidos ou não.
PS 1 - todos os comentaristas (colunistas de jornais, de blogs e de TVs) que eu ouvi leram errado uma página (sim, era só UMA página!) do livro que deu origem à celeuma na semana passada. Minha pergunta é: se eles defendem a língua culta como meio de comunicação, como explicam que leram tão mal um texto escrito em língua culta? É no teste PISA que o Brasil, sempre tem fracassado, não é? Pois é, este foi um teste de leitura. Nosso jornalismo seria reprovado.
PS 2 - Alexandre Garcia começou um comentário irado sobre o livro em questão assim, no Bom Dia, Brasil de terça-feira: "quando eu TAVA na escola...". Uma carta de leitor que criticava a forma "os livro" dizia "ensinam os alunos DE que se pode falar errado". Uma professora entrevistada que criticou a doutrina do livro disse "a língua é ONDE nos une" e Monforte perguntou "Onde FICA as leis de concordância?". Ou seja: eles abonaram a tese do livro que estavam criticando. Só que, provavelmente, acham que falam certinho! Não se dão conta do que acontece com a língua DELES mesmos!!"
domingo, 5 de junho de 2011
"para bom entendedor, meio palavra basta"
terça-feira, 31 de maio de 2011
Será que não falta um pouco de poesia em nossas vidas?
Este poema foi declamado em um Sarau na Faculdade FAMINAS-BH, se não me trae a memória no ano de 2008, organizado pelo grande Professor de Literutura Luiz Fernando. Fica aqui a pergunta, será que não falta um pouco de poesia em nossas vidas?
AMOR PROIBIDO
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Nosso interior
Tô relendo minha lida, minha alma, meus amores
Tô revendo minha vida, minha luta, meus valores
Refazendo minhas forças, minhas fontes, meus favores
Tô regando minhas folhas, minhas faces, minhas flores
Tô soprando minha brasa, minha brisa, meu anjinho
Tô bebendo minhas culpas, meu veneno, meu vinho
Escrevendo minhas cartas, meu começo, meu caminho
Estou cuidando bem de mim
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Da importância do tempo
Estas reflexões nos recordam de um trecho de uma canção que trago para exemplificar resumir esta reflexão, apesar que no seu contexto ela tem outro fim, mas que podemos adaptar aqui. Ela resumi bem a importância de se aproveitar estes reencontros, esse trecho diz assim: “Que na vida o hoje tem que aproveitar... Por quê?... Eu não sei se o amanhã há de chegar".
Estas são minhas palavras, reflexões deste momento que podem durar 5 minutos, meia hora, uma hora uma tarde, um dia, uma semana...Depende de você...
Aos dias das Mães
alíás hoje é o dia das mães,
amanhã é o dia das mães.
Fora do seu contexto capitalista e comercial,
todo dia é dia das Mães...
"Mãe é Mãe".
Fico triste com que vejo entre Mães e filhos atualmente,
mas porém me alegro com os exemplos de força, luta, determinação, Amor e esperança...
Mãe hoje que estas nos céu,
sei que todo dia é o seu dia,
sempre a me guiar, a me proteger,
sempre ao meu lado...
Saudades de ti minha Mãe, Juraci...
Que me ensinou que quando amamos de verdade,
não importa as distâncias...
Poema das mães, de Giuseppe Ghiaroni
Mãe! hoje eu volto a te ver na antiga sala
onde uma noite te deixei sem fala
dizendo adeus como quem vai morrer.
E me viste sumir pela neblina,
porque a sina das mães é esta sina:
amar, cuidar, criar e depois perder.
Perder o filho é como achar a morte.
Perder o filho quando, grande e forte,
já podia ampará-la e compensá-la.
Mas nesse instante uma mulher bonita,
sorrindo, o rouba, e a velha mãe aflita
ainda se volta para abençoá-la.
Assim parti, e nos abençoaste.
Fui esquecer o bem que me ensinaste,
fui para o mundo me deseducar.
E tu ficaste num silêncio frio,
olhando o leito que eu deixei vazio,
cantando uma cantiga de ninar.
Hoje volto coberto de poeira
e te encontro quietinha na cadeira,
a cabeça pendida sobre o peito.
Quero beijar-te a fronte, e não me atrevo.
Quero acordar-te, mas não sei se devo,
não sinto que me caiba este direito.
O direito de dar-te este desgosto,
de te mostrar nas rugas do meu rosto
toda a miséria que me aconteceu.
E quando vires e expressão horrível
da minha máscara irreconhecível,
minha voz rouca murmurar:”Sou eu!”
Eu bebi na taberna dos cretinos,
eu brandi o punhal dos assassinos,
eu andei pelo braço dos canalhas.
Eu fui jogral em todas as comédias,
eu fui vilão em todas as tragédias,
eu fui covarde em todas as batalhas.
Eu te esqueci: as mães são esquecidas.
Vivi a vida, vivi muitas vidas,
e só agora, quando chego ao fim,
traído pela última esperança,
e só agora quando a dor me alcança
lembro quem nunca se esqueceu de mim.
Não! Eu devo voltar, ser esquecido.
Mas que foi? De repente ouço um ruído;
a cadeira rangeu; é tarde agora!
Minha mãe se levanta abrindo os braços
e, me envolvendo num milhão de abraços,
rendendo graças, diz:
“Meu filho!”, e chora.
E chora e treme como fala e ri,
e parece que Deus entrou aqui,
em vez de o último dos condenados.
E o seu pranto rolando em minha face
quase é como se o Céu me perdoasse,
me limpasse de todos os pecados.
Mãe! Nos teus braços eu me transfiguro.
Lembro que fui criança, que fui puro.
Sim, tenho mãe! E esta ventura é tanta
que eu compreendo o que significa:
o filho é pobre, mas a mãe é rica!
O filho é homem, mas a mãe é santa!
Santa que eu fiz envelhecer sofrendo,
mas que me beija como agradecendo
toda a dor que por mim lhe foi causada.
Dos mundos onde andei nada te trouxe,
mas tu me olhas num olhar tão doce
que , nada tendo, não te falta nada.
Dia das Mães! É o dia da bondade
maior que todo o mal da humanidade
purificada num amor fecundo.
Por mais que o homem seja um mesquinho,
enquanto a Mãe cantar junto a um bercinho
cantará a esperança para o mundo!
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Pedaços de Mim...
“Do que vale um homem


