É preciso sempre quando caímos... Recomeçar... A cada dia... Recomeçar... A cada manhã... Recomeçar...
quinta-feira, 23 de junho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Saudade
Com a morte,
Com a distância...
Todas são saudades muito doidas.
Quando a saudade bater em nossos corações,
Lembre-se que é um bom sinal de amor.
Mas quando esse amor acabar,
Por aqueles que já viveram uma grande saudade,
segunda-feira, 6 de junho de 2011
"Aceitam tudo"
Mas a razão para tentar ser claro não tem mais a ver apenas com aquele comentário. Surgiu uma celeuma causada por notas, comentários, entrevistas etc. a propósito de um livro de português que o MEC aprovou e que ensinaria que é certo dizer Os livro. Perguntado no espaço dos comentários, quando fiquei sabendo da questão, disse que não acreditava na matéria do IG, primeira fonte do debate. Depois tive acesso à indigitada página, no mesmo IG, e constatei que todos os que a leram a leram errado. Mas aposto que muitos a comentaram sem ler.
Vou tratar do tal "aceitam tudo", que vale também para o caso do livro.
Primeiro: duvido que alguém encontre esta afirmação em qualquer texto de linguística. É uma avaliação simplificada, na verdade, um simulacro, da posição dos linguistas em relação a um dos tópicos de seus estudos - a questão da variação ou da diversidade interna de qualquer língua. Vale a pena insistir: de qualquer língua.
Segundo: "aceitar" é um termo completamente sem sentido quando se trata de pesquisa. Imaginem o ridículo que seria perguntar a um químico se ele aceita que o oxigênio queime, a um físico se aceita a gravitação ou a fissão, a um ornitólogo se ele aceita que um tucano tenha bico tão desproporcional, a um botânico se ele aceita o cheiro da jaca, ou mesmo a um linguista se ele aceita que o inglês não tenha gênero nem subjuntivo e que o latim não tivesse artigo definido.
Não só não se pergunta se eles "aceitam", como também não se pergunta se isso tudo está certo. Como se sabe, houve época em que dizer que a Terra gira ao redor do sol dava fogueira. Semmelveis foi escorraçado pelos médicos que mandavam em Viena porque disse que todos deveriam lavar as mãos antes de certos procedimentos (por exemplo, quem viesse de uma autópsia e fosse verificar o grau de dilatação de uma parturiente). Não faltou quem dissesse "quem é ele para mandar a gente lavar as mãos?"
Ou seja: não se trata de aceitar ou de não aceitar nem de achar ou de não achar correto que as pessoas digam os livro. Acabo de sair de uma fila de supermercado e ouvi duas lata, dez real, três quilo a dar com pau. Eu deveria mandar esses consumidores calar a boca? Ora! Estávamos num caixa de supermercado, todos de bermuda e chinelo! Não era um congresso científico, nem um julgamento do Supremo!
Um linguista simplesmente "anota" os dados e tenta encontrar uma regra, isto é, uma regularidade, uma lei (não uma ordem, um mandato).
O caso é manjado: nesta variedade do português, só há marca de plural no elemento que precede o nome - artigo ou numeral (os livro, duas lata, dez real, três quilo). Se houver mais de dois elementos, a complexidade pode ser maior (meus dez livro, os meus livro verde etc.). O nome permanece invariável. O linguista vê isso, constata isso. Não só na fila do supermercado, mas também em documentos da Torre do Tombo anteriores a Camões. Portanto, mesmo na língua escrita dos sábios de antanho.
O linguista também constata the books no inglês, isto é, que não há marca de plural no artigo, só no nome, como se o inglês fosse uma espécie de avesso do português informal ou popular. O linguista aceita isso? Ora, ele não tem alternativa! É um dado, é um fato, como a combustão, a gravitação, o bico do tucano ou as marés. O linguista diz que a escola deve ensinar formas como os livro? Esse é outro departamento, ao qual volto logo.
Faço uma digressão para dar um exemplo de regra, porque sei que é um conceito problemático. Se dizemos "as cargas", a primeira sílaba desta sequência é "as". O "s" final é surdo (as cordas vocais não vibram para produzir o "s"). Se dizemos "as gatas", a primeira sílaba é a "mesma", mas nós pronunciamos "az" - com as cordas vocais vibrando para produzir o "z". Por que dizemos um "z" neste caso? Porque a primeira consoante de "gatas" é sonora, e, por isso, a consoante que a antecede também se sonoriza. Não acredita? Vá a um laboratório e faça um teste. Ou, o que é mais barato, ponha os dedos na sua garganta, diga "as gatas" e perceberá a vibração. Tem mais: se dizemos "as asas", não só dizemos um "z" no final de "as", como também reordenamos as sílabas: dizemos as.ga.tas e as.ca.sas, mas dizemos a.sa.sas ("as" se dividiu, porque o "a" da palavra seguinte puxou o "s/z" para si). Dividimos "asas" em "a.sas", mas dividimos "as asas" em a.sa.sas.
Volto ao tema do linguista que aceitaria tudo! Para quem só teve aula de certo / errado e acha que isso é tudo, especialmente se não tiver nenhuma formação histórica que lhe permitiria saber que o certo de agora pode ter sido o errado de antes, pode ser difícil entender que o trabalho do linguista é completamente diferente do trabalho do professor de português.
Não "aceitar" construções como as acima mencionadas ou mesmo algumas mais "chocantes" é, para um linguista, o que seria para um botânico não "aceitar" uma gramínea. O que não significa que o botânico paste.
Proponho o seguinte experimento mental: suponha que um descendente seu nasça no ano 2500. Suponha que o português culto de então inclua formas como "A casa que eu moro nela mais os dois armário vale 300 cabral" (acho que não será o caso, mas é só um experimento). Seu descendente nunca saberá que fala uma língua errada. Saberá, talvez (se estudar mais do que você), que um ancestral dele falava formas arcaicas do português, como 300 cabrais.
Outro tema: o linguista diz que a escola deve ensinar a dizer Os livro? Não. Nenhum linguista propõe isso em lugar nenhum (desafio os que têm opinião contrária a fornecer uma referência). Aliás, isso não foi dito no tal livro, embora todos os comentaristas digam que leram isso.
O linguista não propõe isso por duas razões: a) as pessoas já sabem falar os livro, não precisam ser ensinadas (observe-se que ninguém falao livros, o que não é banal); b) ele acha - e nisso tem razão - que é mais fácil que alguém aprenda os livros se lhe dizem que há duas formas de falar do que se lhe dizem que ele é burro e não sabe nem falar, que fala tudo errado. Há muitos relatos de experiências bem sucedidas porque adotaram uma postura diferente em relação à fala dos alunos.
Enfim, cada campo tem seus Bolsonaros. Merecidos ou não.
PS 1 - todos os comentaristas (colunistas de jornais, de blogs e de TVs) que eu ouvi leram errado uma página (sim, era só UMA página!) do livro que deu origem à celeuma na semana passada. Minha pergunta é: se eles defendem a língua culta como meio de comunicação, como explicam que leram tão mal um texto escrito em língua culta? É no teste PISA que o Brasil, sempre tem fracassado, não é? Pois é, este foi um teste de leitura. Nosso jornalismo seria reprovado.
PS 2 - Alexandre Garcia começou um comentário irado sobre o livro em questão assim, no Bom Dia, Brasil de terça-feira: "quando eu TAVA na escola...". Uma carta de leitor que criticava a forma "os livro" dizia "ensinam os alunos DE que se pode falar errado". Uma professora entrevistada que criticou a doutrina do livro disse "a língua é ONDE nos une" e Monforte perguntou "Onde FICA as leis de concordância?". Ou seja: eles abonaram a tese do livro que estavam criticando. Só que, provavelmente, acham que falam certinho! Não se dão conta do que acontece com a língua DELES mesmos!!"
domingo, 5 de junho de 2011
"para bom entendedor, meio palavra basta"
terça-feira, 31 de maio de 2011
Será que não falta um pouco de poesia em nossas vidas?
Este poema foi declamado em um Sarau na Faculdade FAMINAS-BH, se não me trae a memória no ano de 2008, organizado pelo grande Professor de Literutura Luiz Fernando. Fica aqui a pergunta, será que não falta um pouco de poesia em nossas vidas?
AMOR PROIBIDO
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Nosso interior
Tô relendo minha lida, minha alma, meus amores
Tô revendo minha vida, minha luta, meus valores
Refazendo minhas forças, minhas fontes, meus favores
Tô regando minhas folhas, minhas faces, minhas flores
Tô soprando minha brasa, minha brisa, meu anjinho
Tô bebendo minhas culpas, meu veneno, meu vinho
Escrevendo minhas cartas, meu começo, meu caminho
Estou cuidando bem de mim
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Da importância do tempo
Estas reflexões nos recordam de um trecho de uma canção que trago para exemplificar resumir esta reflexão, apesar que no seu contexto ela tem outro fim, mas que podemos adaptar aqui. Ela resumi bem a importância de se aproveitar estes reencontros, esse trecho diz assim: “Que na vida o hoje tem que aproveitar... Por quê?... Eu não sei se o amanhã há de chegar".
Estas são minhas palavras, reflexões deste momento que podem durar 5 minutos, meia hora, uma hora uma tarde, um dia, uma semana...Depende de você...
Aos dias das Mães
alíás hoje é o dia das mães,
amanhã é o dia das mães.
Fora do seu contexto capitalista e comercial,
todo dia é dia das Mães...
"Mãe é Mãe".
Fico triste com que vejo entre Mães e filhos atualmente,
mas porém me alegro com os exemplos de força, luta, determinação, Amor e esperança...
Mãe hoje que estas nos céu,
sei que todo dia é o seu dia,
sempre a me guiar, a me proteger,
sempre ao meu lado...
Saudades de ti minha Mãe, Juraci...
Que me ensinou que quando amamos de verdade,
não importa as distâncias...
Poema das mães, de Giuseppe Ghiaroni
Mãe! hoje eu volto a te ver na antiga sala
onde uma noite te deixei sem fala
dizendo adeus como quem vai morrer.
E me viste sumir pela neblina,
porque a sina das mães é esta sina:
amar, cuidar, criar e depois perder.
Perder o filho é como achar a morte.
Perder o filho quando, grande e forte,
já podia ampará-la e compensá-la.
Mas nesse instante uma mulher bonita,
sorrindo, o rouba, e a velha mãe aflita
ainda se volta para abençoá-la.
Assim parti, e nos abençoaste.
Fui esquecer o bem que me ensinaste,
fui para o mundo me deseducar.
E tu ficaste num silêncio frio,
olhando o leito que eu deixei vazio,
cantando uma cantiga de ninar.
Hoje volto coberto de poeira
e te encontro quietinha na cadeira,
a cabeça pendida sobre o peito.
Quero beijar-te a fronte, e não me atrevo.
Quero acordar-te, mas não sei se devo,
não sinto que me caiba este direito.
O direito de dar-te este desgosto,
de te mostrar nas rugas do meu rosto
toda a miséria que me aconteceu.
E quando vires e expressão horrível
da minha máscara irreconhecível,
minha voz rouca murmurar:”Sou eu!”
Eu bebi na taberna dos cretinos,
eu brandi o punhal dos assassinos,
eu andei pelo braço dos canalhas.
Eu fui jogral em todas as comédias,
eu fui vilão em todas as tragédias,
eu fui covarde em todas as batalhas.
Eu te esqueci: as mães são esquecidas.
Vivi a vida, vivi muitas vidas,
e só agora, quando chego ao fim,
traído pela última esperança,
e só agora quando a dor me alcança
lembro quem nunca se esqueceu de mim.
Não! Eu devo voltar, ser esquecido.
Mas que foi? De repente ouço um ruído;
a cadeira rangeu; é tarde agora!
Minha mãe se levanta abrindo os braços
e, me envolvendo num milhão de abraços,
rendendo graças, diz:
“Meu filho!”, e chora.
E chora e treme como fala e ri,
e parece que Deus entrou aqui,
em vez de o último dos condenados.
E o seu pranto rolando em minha face
quase é como se o Céu me perdoasse,
me limpasse de todos os pecados.
Mãe! Nos teus braços eu me transfiguro.
Lembro que fui criança, que fui puro.
Sim, tenho mãe! E esta ventura é tanta
que eu compreendo o que significa:
o filho é pobre, mas a mãe é rica!
O filho é homem, mas a mãe é santa!
Santa que eu fiz envelhecer sofrendo,
mas que me beija como agradecendo
toda a dor que por mim lhe foi causada.
Dos mundos onde andei nada te trouxe,
mas tu me olhas num olhar tão doce
que , nada tendo, não te falta nada.
Dia das Mães! É o dia da bondade
maior que todo o mal da humanidade
purificada num amor fecundo.
Por mais que o homem seja um mesquinho,
enquanto a Mãe cantar junto a um bercinho
cantará a esperança para o mundo!
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Pedaços de Mim...
“Do que vale um homem
quarta-feira, 27 de abril de 2011
A você...A vocês.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Honra também se ensina
É o médico que marca uma hora com o paciente e o deixa esperando por longo tempo, sem dar satisfação.
É o advogado que assume uma causa e depois não lhe dá o encaminhamento necessário, deixando o cliente em situação difícil.
É o contador que se compromete perante a empresa em providenciar todos os documentos exigidos por lei e, passados alguns meses, a empresa é autuada por irregularidades que o tal contador diz desconhecer.
É o engenheiro que toma a responsabilidade de uma obra, que mais tarde começa a ruir, sem que este assuma a parte que lhe diz respeito.
É o político que promete mundos e fundos e, depois de eleito, ignora a palavra empenhada juntos aos seus eleitores.
Quando os filhos são pequenos, muitas vezes não se dá a devida atenção às suas más inclinações ou, o que é pior, incentiva-se com o próprio exemplo. Se o filho desrespeita os horários estabelecidos, não costuma-se cobrar dele uma mudança de comportamento. Se prometem alguma coisa e não cumprem, não é falado sobre a importância da palavra de honra. Assim, a palavra empenhada não é cumprida, e geralmente não se faz nada para que seja.
É importante pensar a respeito das causas antes de reclamar dos efeitos.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Fazendo anotações
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Pelas pedras do caminho...
Já somente eu no meu interior sinto e como diria Benito de Paula “ninguém sabe a mágoa que trago no peito, quem me vê sorri desse jeito, nem sequer sabe da minha solidão"... É isto, este tempo que falo é hoje, não sou um ser completo e perfeito, me sinto sempre em construção, por isto apesar desta reflexão pesada, posto posterior a essa reflexão, uma poema de um grande poeta que traduz nos seus versos o sentimento do mundo, e por uma feliz coincidência, este poema é intitulado "Recomeçar", traduz tudo que sinti ao montar este Blog e tudo que sinto ao acordar de manhã vendo que por mais dolorosa e penosa que foram as perdas em minha vida, me recomeço sempre ao ver que meus sonhos por mais que demorem se realizar, eles se realizam e se realizaram... Eles ainda estão aqui comigo, como o sangue que corre em minhas veias e impulsionam em mim a paixão pela vida...
Recomeçar
em que momento da vida você cansou…
o que importa é que sempre é possível e necessário “Recomeçar”.
é renovar as esperanças na vida e o mais importante…
acreditar em você de novo…
Chorou muito? Foi limpeza da alma.
Ficou com raiva das pessoas? Foi para perdoá-las um dia.
Tem tanta gente esperando apenas um sorriso seu para “chegar” perto de você.
Recomeçar…
hoje é um bom dia para começar novos desafios.
Onde você que chegar?
Ir alto… sonhe alto…
queira o melhor do melhor…
pensando assim trazemos pra nós aquilo que desejamos…
Se pensarmos pequeno coisas pequenas teremos ….
Já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente lutarmos pelo melhor, o melhor vai se instalar em nossa vida.
“Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.”
Carlos Drummond de Andrade
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Texto do Professor Leonardo Augusto Dutra Luz
Passivos
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Crianças do Brasil, tristes acontecimentos.

"É tupiniquim, é guaraná, é de Gangazumba, é Zumbi
Brilha o chão de Minas, Grão-Pará
Velho Chico bom de navegar
Comendo poeira no sertão
Chora o sertanejo, violão
É dona Maria, é seu José
Água de beber e de benzer
Passo de Garrincha prá Pelé
Terra boa prá plantar café
Pão de açucar, Cristo Redentor
Eu quero ficar
Pátria amada, meu amor
Que meu Deus abençoou
Não quero ver sofrer
Ó pátria Mãe gentil
As crianças do Brasil
Chega a polícia e mete o pau
Chega o político e mete a mão
Chega fevereiro é carnaval
Composição Carica e Prateado
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Percepções
te feri por não conseguir vencer as pedras dos meus caminhos ao invés de pular, de vencer estas pedras,
eu as peguei, e as joguei em você,
com intuito de acertar nossos inimigos.
Hoje eu percebo que dor do tempo me cegou
para as simples coisas da vida que nos traziam felicidade
quando cada instante fazia sentido
não pelas coisas que o compunham
mas pelo simples fato de nossas presenças vivas.
Hoje percebo que passamos por momentos de
tristezas, dúvidas e dores...
Porém não desistimos, lutamos com esperança de uma criança
que vê o mundo com olhos do presente
fazendo cada passo sua caminhada
como construindo castelos de areia
que nem a mais forte onda derrubará...
Hoje percebo e me sinto como uma criança do futuro
agora homem...
que vem aqui te pedir perdão
com um coração de uma criança
machucado pelas pedras que atirei, que tropecei...
e que me fizeram cair pelo caminho...
É hora de levantar.
terça-feira, 5 de abril de 2011
As coisas que aprendi na vida
Que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isto.
Que levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la.
Que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam.
Que as circunstâncias e o ambiente têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Que ou você controla seus atos, ou eles o controlarão.
Aprendi que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.
Que paciência requer muita prática.
Que existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar isso.
Que algumas vezes a pessoa que você pensa que vai lhe dar o golpe mortal quando você cai, é uma das poucas que lhe ajudam a levantar-se.
Que só porque uma pessoa não o ama como você quer, não significa que ela não o ame com tudo o que pode.
Que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens: seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém. Na maioria das vezes você tem que perdoar a si mesmo.
Que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido; “o mundo não pára, esperando que você o conserte”.


